Ninguém para Hulk. Literalmente. A marcar há três jogos seguidos, o Incrível vai acumulando recordes e reforçando o estatuto de desequilibrador no FC Porto. Nos Barreiros voltou a ser decisivo, como havia sido em Braga e na visita do Beira-Mar ao Dragão, isto para dar apenas exemplos recentes. Com os dois golos, apontados na Madeira, onde nunca tinha marcado, o brasileiro chegou à marca dos 50 golos no campeonato português. O primeiro dedicou à mãe, Dona Socorro, a quem tinha prometido marcar na véspera. Por isso, correu para a câmara para dizer: "Amo-te mãe. O segundo golo foi para a esposa e para os filhos.
Em 94 jogos na principal liga nacional, Hulk atinge esta marca, o que significa que tem uma média de 0,53 golos por partida. Não é uma estatística brilhante, se comparada com a de Falcao que fez 43 golos em 50 jogos, mas muito interessante para quem joga habitualmente encostado a uma das alas. O que até nem foi o caso nos Barreiros. Mas se acrescentarmos a estes dados as 40 assistências que soma com a camisola do FC Porto justifica-se o peso que o Incrível tem na equipa e que já é percetível mesmo sem o recurso aos números.
Esta época, são 14 golos e 10 assistências, num total de 23 golos e 15 assistências se somados os jogos de todas as competições. Com Villas-Boas, Hulk atingiu o máximo de golos no campeonato, assinando 23, suficiente para ficar à frente de Falcao e de todos os outros jogadores do campeonato. Na época anterior, a pior desde que está em Portugal, marcou apenas cinco vezes, mas esteve muito tempo sem jogar por causa da suspensão resultante do caso do "Túnel da Luz". Em 2008/09, época de estreia na Europa, marcou oito golos.
Fonte: ojogo.pt






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ientemente perfeito para Dias, que jogava apenas há dez minutos, em substituição de Nuno Coelho, se sentir obrigado a agarrar Sapunaru, quando ao romeno se colocava um agradável dilema: decidir entre rematar ou oferecer o golo. Aos 33 minutos, da marca de penálti, Hulk não se limitava a dar vantagem ao campeão. Com ela, entrava também para a história do estádio, na qualidade de melhor marcador, que dividiu com Falcao, mas não por muito tempo.
ença merecida, as distâncias na tabela foram recolocadas por uma exibição autoritária e, por momentos, avassaladora. Ficam a faltar três “finais”. Ou menos.




de golo, se bem que os três remates mais perigosos tenham sido dos Dragões. Em ambos os momentos, aos 12 e 28 minutos, tratou-se de combinações entre Hulk e Lucho que o argentino concluiu e que o guarda-redes Quim travou.
ntudo, excepção feita a um livre apontado pelo mesmo jogador, 12 minutos depois, os bracarenses pouco mais criaram.
junto aos adeptos que os acompanharam. Também eles foram incansáveis.



rda-redes da baliza. Só não conseguiu uma de duas coisas: ângulo para remate ou, em alternativa, encontrar Janko no sítio certo.
mitiria partilhar com Falcao a condição de melhor marcador de sempre em nove anos de estádio. Fabiano, quem haveria de ser, atravessou-se-lhe na frente, depois de um cruzamento de Lucho. Tão perfeito que parecia destinado a ser golo. Como o cabeceamento de Sapunaru, que deixou o guarda-redes adversário a ver a bola passar. Ligeiramente ao lado.